O modo de
vida urbano, que conhecemos hoje, em mega cidades. Não se sustenta por muito
mais tempo. Pois é baseado no caos e na aglomeração desorganizada, criado com
toda a falta de planejamento possível. As condições de manter um fornecimento
de água tratada de boa qualidade para essa massa de habitantes, tem ficado
muito complicado. Tendo em vista a impossibilidade da reposição de tal recursos
nas quantidades, que uma aglomeração de milhões de pessoas necessita. A
manutenção da ordem é outro problema na ordem do dia. Seja no campo das
posturas e comportamentos, seja no combate a delinqüência. Um dos fatores do
aumento considerável dessas populações urbanas, além de sua própria taxa de
natalidade, é a migração de pessoas que buscam desaparecer no meio da multidão.
Na busca por seus pares e ou de condições melhores de emprego e renda. O que
acaba sendo uma balela. Pois assim como se ganha mais nas mega cidade, se paga
mais para viver. Para se manter a imensa máquina do estado prefeituras buscam
todos os meios de arrecadar. Seja na taxação de cartazes e letreiros das lojas,
a cobrança de aluguel de espaços em praças e calçadas e até a absurda industria
das multas. O número de vagas nas ruas é infinitamente inferior a demanda de
veículos que precisam parar no dia-a-dia.
Alguns grupos hoje, pregam a humanização e a reforma desse modelo. Tentando convencer as pessoas a buscarem
qualidade de vida, andando de bicicleta e plantando hortas nos telhados. Minha
posição é pela volta aos campos. Quem puder deve buscar uma cidade pequena para
morar, onde se pode ter verdadeiramente qualidade de vida, neste blog vou
buscar abordar os principais aspectos condicionados ao tema.


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